Monitoramento
A vigilância prolongada é crucial. O risco de doença invasiva e morte por câncer de mama após um diagnóstico de carcinoma ductal in situ (CDIS) aumenta tanto para o CDIS detectado por rastreamento quanto para o CDIS não detectado por rastreamento, e persiste por ≥25 anos após o diagnóstico.[3]
Para o acompanhamento pós-cirúrgico de pacientes com CDIS, a National Comprehensive Cancer Network (NCCN) recomenda:[66]
Exame físico e anamnese a cada 6-12 meses por 5 anos, e depois anualmente.
Mamografia diagnóstica anual (mamografia inicial de 6-12 meses após a radioterapia para CDIS, se administrada, ou após cirurgia conservadora da mama, caso não seja administrada radioterapia, e então, anualmente).
Para o acompanhamento de pacientes com carcinoma lobular in situ (CLIS), a NCCN recomenda:[53]
Exame físico e anamnese a cada 6-12 meses a partir do diagnóstico.
Mamografia anual com tomossíntese digital da mama a partir da idade ao diagnóstico, mas não antes dos 30 anos de idade.
Consideração de ressonância nuclear magnética da mama (RNM; com e sem contraste) anual a partir da idade ao diagnóstico de CLIS, mas não antes dos 25 anos de idade. Considerar a realização de mamografia com contraste ou imagem molecular da mama para pacientes elegíveis, mas que não podem se submeter à RNM. A ultrassonografia de mama inteira pode ser realizada caso a mamografia com contraste ou a imagem molecular da mama não estejam disponíveis.
Consideração de estratégias de redução de riscos.
Consciência da mama (as mulheres devem ser incentivadas a ter familiaridade com suas mamas e relatar alterações ao seu médico).
Evidências de alta qualidade indicam que, em mulheres com câncer de mama inicial, os programas de acompanhamento com base apenas em exames físicos regulares e mamografia anual são tão efetivos quanto abordagens mais intensivas.
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