Epidemiologia

Como a maioria das fraturas de costela está associada a impactos de alta energia, sua incidência está diretamente relacionada à incidência geral de trauma torácico contuso. Cerca de 10% a 40% dos pacientes com traumatismo contuso apresentam fratura de costela, com um aumento da incidência em decorrência do avanço da idade.[16][17]​​[18]​ Em crianças pequenas, estudos demonstraram que fraturas nas costelas são resultado de abuso infantil em 65% a 100% dos casos.[2][3][4][5][6][7]

Com o avanço da idade, o risco absoluto de ocorrência de fratura por fragilidade é inversamente proporcional à densidade mineral óssea do paciente, com cerca de 27% dessas fraturas ocorrendo nas costelas.[19] Adicionalmente, espera-se um aumento do número de idosos com fraturas de costelas associadas a quedas, com o aumento contínuo da idade média da população.[20] Pacientes com mais de 65 anos apresentam aumento do risco de morbidade e mortalidade em caso de fraturas de múltiplas costelas, em comparação com indivíduos mais jovens.[21][22]

Pneumotórax ocorre em cerca de 14% a 37% dos pacientes com fraturas de costela, hemopneumotórax em 20% a 27%, contusões pulmonares em 17% e tórax instável em até 6%.[17][23][24]

[Figure caption and citation for the preceding image starts]: Tomografia computadorizada (TC) mostrando grande pneumotórax do lado esquerdoDo acervo do Dr. Paul Novakovich; usado com permissão [Citation ends].com.bmj.content.model.Caption@42c7a63f

[Figure caption and citation for the preceding image starts]: Radiografia torácica retratando o mesmo pneumotórax mostrado na tomografia computadorizada (TC)Do acervo do Dr. Paul Novakovich; usado com permissão [Citation ends].com.bmj.content.model.Caption@63b0c69f

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