Novos tratamentos
inibidores da glicoproteína IIb/IIIa
A tirofibana, um inibidor da glicoproteína IIb/IIIa, inibe a função plaquetária por meio de sua capacidade de inibir a agregação plaquetária induzida pelo difosfato de adenosina e prolongar o tempo de sangramento.[196] Em um ensaio clínico randomizado e controlado aberto (ECRC), a tirofibana foi associada a uma maior probabilidade de um resultado excelente, definido como uma pontuação de 0 ou 1 na escala Rankin modificada (intervalo de 0 [sem sintomas] a 6 [morte]) em 90 dias, em comparação com aspirina oral de baixa dose em pacientes com AVC isquêmico sem oclusão de vasos grandes ou médios que não eram elegíveis para terapia de reperfusão ou cujos sintomas progrediram após a trombólise. A incidência de hemorragia intracraniana foi baixa, mas ligeiramente maior com a tirofibana em comparação com a aspirina (1% versus 0%).b[197] Embora outro ensaio clínico randomizado aberto em pacientes inelegíveis para trombólise ou trombectomia tenha constatado que a tirofibana intravenosa diminuiu o risco de deterioração neurológica precoce em 72 horas em comparação com a aspirina oral, não houve diferença nos resultados funcionais em 90 dias.[198] a tirofibana ainda não foi formalmente recomendada nas diretrizes do Reino Unido.
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