Craniofaringioma
- Visão geral
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- Diagnóstico
- Tratamento
- ACOMPANHAMENTO
- Recursos
Algoritmo de tratamento
Observe que as formulações/vias e doses podem diferir entre nomes e marcas de medicamentos, formulários de medicamentos ou localidades. As recomendações de tratamento são específicas para os grupos de pacientes:ver aviso legal
no tratamento inicial
biópsia cirúrgica ± ressecção ± corticosteroide
A cirurgia é quase sempre realizada, independente da idade, para obtenção de tecido para o diagnóstico definitivo; para o alívio do efeito de massa em torno das estruturas neurais; para tratar hidrocefalia.[3]Van Effenterre R, Boch AL. Craniopharyngioma in adults and children: a study of 122 surgical cases. J Neurosurg. 2002 Jul;97(1):3-11. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12134929?tool=bestpractice.com [12]Garre ML, Cama A. Craniopharyngioma: modern concepts in pathogenesis and treatment. Curr Opin Pediatr. 2007 Aug;19(4):471-9. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17630614?tool=bestpractice.com [21]Puget S, Garnett M, Wray A, et al. Pediatric craniopharyngiomas: classification and treatment according to the degree of hypothalamic involvement. J Neurosurg. 2007 Jan;106(1 suppl):3-12. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17233305?tool=bestpractice.com [31]Fischer EG, Welch K, Shillito J, et al. Craniopharyngiomas in children. Long-term effects of conservative surgical procedures combined with radiation therapy. J Neurosurg. 1990 Oct;73(4):534-40. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/2398383?tool=bestpractice.com [32]Clark AJ, Cage TA, Aranda D, et al. Treatment-related morbidity and the management of pediatric craniopharyngioma: a systematic review. J Neurosurg Pediatr. 2012 Oct;10(4):293-301. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22920295?tool=bestpractice.com [33]Hankinson TC, Palmeri NO, Williams SA, et al. Patterns of care for craniopharyngioma: survey of members of the american association of neurological surgeons. Pediatr Neurosurg. 2013;49(3):131-6. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24577430?tool=bestpractice.com [34]Mortini P, Losa M, Pozzobon G, et al. Neurosurgical treatment of craniopharyngioma in adults and children: early and long-term results in a large case series. J Neurosurg. 2011 May;114(5):1350-9. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21214336?tool=bestpractice.com
A cirurgia alivia a pressão intracraniana aumentada se presente (com ou sem derivação de líquido cefalorraquidiano [LCR]) e pode reverter o comprometimento visual decorrente da compressão pelo tumor (melhora em cerca de 40% dos pacientes).
A cirurgia pode incluir apenas biópsia, aspiração do cisto, derivação do LCR (com ou sem colocação prévia de um dreno ventricular externo temporário para aliviar a hidrocefalia aguda) ou ressecção do tumor (parcial ou completa). A extensão da ressecção cirúrgica e os riscos potenciais da cirurgia dependem do tamanho do tumor e da localização.[11]Dhellemmes P, Vinchon M. Radical resection for craniopharyngiomas in children: surgical technique and clinical results. J Pediatr Endocrinol Metab. 2006 Apr;19(suppl 1):329-35. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16700308?tool=bestpractice.com [21]Puget S, Garnett M, Wray A, et al. Pediatric craniopharyngiomas: classification and treatment according to the degree of hypothalamic involvement. J Neurosurg. 2007 Jan;106(1 suppl):3-12. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17233305?tool=bestpractice.com [32]Clark AJ, Cage TA, Aranda D, et al. Treatment-related morbidity and the management of pediatric craniopharyngioma: a systematic review. J Neurosurg Pediatr. 2012 Oct;10(4):293-301. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22920295?tool=bestpractice.com [37]Komotar RJ, Starke RM, Raper DM, et al. Endoscopic skull base surgery: a comprehensive comparison with open transcranial approaches. Br J Neurosurg. 2012 Oct;26(5):637-48. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22324437?tool=bestpractice.com [38]Hoffman HJ, De Silva M, Humphreys RP, et al. Aggressive surgical management of craniopharyngiomas in children. J Neurosurg. 1992 Jan;76(1):47-52. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/1727168?tool=bestpractice.com A ressecção total macroscópica deve ser realizada, se possível; no entanto, ao mesmo tempo que a ressecção deve ser maximizada, os efeitos colaterais de longo prazo devem ser minimizados, tendo em mente a disponibilidade da radioterapia adjuvante para lesões removidas subtotalmente.
A abordagem cirúrgica depende da anatomia (relação com a sela, o quiasma óptico e o terceiro ventrículo) e do tamanho do tumor, conforme determinado pela ressonância nuclear magnética (RNM) de crânio.[29]Curran JG, O'Connor E. Imaging of craniopharyngioma. Childs Nerv Syst. 2005 Aug;21(8-9):635-9. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16078078?tool=bestpractice.com
Várias abordagens cirúrgicas podem ser usadas:
Transcortical transventricular ou inter-hemisférica transcalosa para tumores que envolvem o terceiro ventrículo e estão acima do quiasma óptico.
Translâmina terminal para tumores localizados anteriormente ao quiasma óptico ou no terceiro ventrículo anterior.
Abordagem trans-silviana pterional (pode ser combinada com a abordagem orbitozigomática) para tumores com extensão lateral ou combinada com a abordagem translâmina terminal para tumores do terceiro ventrículo anterior.
Abordagem transesfenoidal microscópica (transnasal ou sublabial) para tumores totalmente intrasselares (fossa hipofisária).
A abordagem endoscópica endonasal ampliada é cada vez mais utilizada (especialmente em crianças) para tumores da região selar/suprasselar, devido ao menor risco de lesão hipotalâmica e à maior probabilidade de ressecção total da lesão.[39]Fong RP, Babu CS, Schwartz TH. Endoscopic endonasal approach for craniopharyngiomas. J Neurosurg Sci. 2021 Apr;65(2):133-9. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/33890754?tool=bestpractice.com [40]Soldozy S, Yeghyayan M, Yağmurlu K, et al. Endoscopic endonasal surgery outcomes for pediatric craniopharyngioma: a systematic review. Neurosurg Focus. 2020 Jan 1;48(1):E6. https://thejns.org/focus/view/journals/neurosurg-focus/48/1/article-pE6.xml http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/31896083?tool=bestpractice.com
Para tumores multicompartimentais, pode ser utilizada uma abordagem combinada com duas ou mais dessas opções.
Podem ser utilizadas altas doses de corticosteroides intravenosos para tratar qualquer edema peritumoral associado. Caso sejam utilizados, devem ser gradualmente reduzidos para hidrocortisona oral, ou o paciente deve ser avaliado quanto à insuficiência adrenal após a interrupção do tratamento.
terapia de reposição endócrina
Tratamento recomendado para TODOS os pacientes no grupo de pacientes selecionado
As endocrinopatias requerem terapia de reposição dependendo das deficiências endócrinas específicas.[5]Karavitaki N, Cudlip S, Adams CB, et al. Craniopharyngiomas. Endocr Rev. 2006 Jun;27(4):371-97. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16543382?tool=bestpractice.com [9]Halac I, Zimmerman D. Endocrine manifestations of craniopharyngioma. Childs Nerv Syst. 2005 Aug;21(8-9):640-8. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16047216?tool=bestpractice.com [10]Hopper N, Albanese A, Ghirardello S, et al. The preoperative endocrine assessment of craniopharyngiomas. J Pediatr Endocrinol Metab. 2006 Apr;19(suppl 1):325-7. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16700307?tool=bestpractice.com [12]Garre ML, Cama A. Craniopharyngioma: modern concepts in pathogenesis and treatment. Curr Opin Pediatr. 2007 Aug;19(4):471-9. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17630614?tool=bestpractice.com [58]Müller HL. Consequences of craniopharyngioma surgery in children. J Clin Endocrinol Metab. 2011 Jul;96(7):1981-91. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21508127?tool=bestpractice.com [61]Müller HL, Gebhardt U, Teske C, et al. Post-operative hypothalamic lesions and obesity in childhood craniopharyngioma: results of the multinational prospective trial KRANIOPHARYNGEOM 2000 after three year follow-up. Eur J Endocrinol. 2011 Jul;165(1):17-24. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21490122?tool=bestpractice.com [62]Winkfield KM, Tsai HK, Yao X, et al. Long-term clinical outcomes following treatment of childhood craniopharyngioma. Pediatr Blood Cancer. 2011 Jul 1;56(7):1120-6. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21488157?tool=bestpractice.com
Nenhuma melhora é observada na disfunção endócrina após a cirurgia (com a possível exceção de hiperprolactinemia). De fato, a incidência aumenta após terapia como consequência da cirurgia (risco mais baixo com cirurgia transesfenoidal).
A prevalência aproximada de deficiências específicas inclui hormônio do crescimento (75%), hipogonadismo hipogonadotrófico (75%), deficiência de hormônio adrenocorticotrófico (25%), hipotireoidismo (25%) e deficiência de arginina-vasopressina (>70% em crianças; 50% em adultos).[5]Karavitaki N, Cudlip S, Adams CB, et al. Craniopharyngiomas. Endocr Rev. 2006 Jun;27(4):371-97. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16543382?tool=bestpractice.com [9]Halac I, Zimmerman D. Endocrine manifestations of craniopharyngioma. Childs Nerv Syst. 2005 Aug;21(8-9):640-8. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16047216?tool=bestpractice.com [10]Hopper N, Albanese A, Ghirardello S, et al. The preoperative endocrine assessment of craniopharyngiomas. J Pediatr Endocrinol Metab. 2006 Apr;19(suppl 1):325-7. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16700307?tool=bestpractice.com [58]Müller HL. Consequences of craniopharyngioma surgery in children. J Clin Endocrinol Metab. 2011 Jul;96(7):1981-91. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21508127?tool=bestpractice.com [61]Müller HL, Gebhardt U, Teske C, et al. Post-operative hypothalamic lesions and obesity in childhood craniopharyngioma: results of the multinational prospective trial KRANIOPHARYNGEOM 2000 after three year follow-up. Eur J Endocrinol. 2011 Jul;165(1):17-24. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21490122?tool=bestpractice.com [62]Winkfield KM, Tsai HK, Yao X, et al. Long-term clinical outcomes following treatment of childhood craniopharyngioma. Pediatr Blood Cancer. 2011 Jul 1;56(7):1120-6. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21488157?tool=bestpractice.com Consulte Hipopituitarismo.
radioterapia
Tratamento recomendado para TODOS os pacientes no grupo de pacientes selecionado
A radioterapia é reservada para os pacientes que realizaram apenas a biópsia cirúrgica ou removeram tumores incompletamente.[44]Clark AJ, Cage TA, Aranda D, et al. A systematic review of the results of surgery and radiotherapy on tumor control for pediatric craniopharyngioma. Childs Nerv Syst. 2013 Feb;29(2):231-8. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23089933?tool=bestpractice.com [45]Weiss M, Sutton L, Marcial V, et al. The role of radiation therapy in the management of childhood craniopharyngioma. Int J Radiat Oncol Biol Phys. 1989 Dec;17(6):1313-21. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/2689398?tool=bestpractice.com [46]Habrand JL, Ganry O, Couanet D, et al. The role of radiation therapy in the management of craniopharyngioma: a 25-year experience and review of the literature. Int J Radiat Oncol Biol Phys. 1999 May 1;44(2):255-63. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/10760417?tool=bestpractice.com [47]Varlotto JM, Flickinger JC, Kondziolka D, et al. External beam irradiation of craniopharyngioma: long-term analysis of tumor control and morbidity. Int J Radiat Oncol Biol Phys. 2002 Oct 1;54(2):492-9. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12243827?tool=bestpractice.com
A técnica de radioterapia utilizada (radiação por feixe externo fracionada convencional, radiação por feixe externo conformacional; ou técnicas avançadas, incluindo radioterapia de intensidade modulada, radiocirurgia estereotáxica e terapia com feixe de prótons) depende de fatores relacionados ao paciente e ao tumor, como idade e preferência do paciente, tratamento prévio para craniofaringioma, tamanho do tumor, sua relação anatômica com as estruturas neurais circundantes (em particular, o quiasma óptico e o quiasma óptico) e disponibilidade.
A radioterapia por feixe externo convencional fracionada (baseada em fótons) administrada diariamente durante 5 a 6 semanas com uma dose para tumor mediano de 54 Gy é considerada o padrão de tratamento para a maioria dos tumores.[46]Habrand JL, Ganry O, Couanet D, et al. The role of radiation therapy in the management of craniopharyngioma: a 25-year experience and review of the literature. Int J Radiat Oncol Biol Phys. 1999 May 1;44(2):255-63. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/10760417?tool=bestpractice.com [47]Varlotto JM, Flickinger JC, Kondziolka D, et al. External beam irradiation of craniopharyngioma: long-term analysis of tumor control and morbidity. Int J Radiat Oncol Biol Phys. 2002 Oct 1;54(2):492-9. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12243827?tool=bestpractice.com Quando disponíveis e adequadas, as modalidades de precisão (por exemplo, terapia com feixe de prótons, radioterapia estereotáxica fracionada) parecem estar associadas a taxas mais elevadas de controle tumoral.[52]Harary PM, Rajaram S, Hori YS, et al. The spectrum of radiation therapy options for craniopharyngioma: a systematic review. J Neurooncol. 2025 Jun;173(2):275-88. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/40063185?tool=bestpractice.com [53]Jalali R, Ghosh S, Chatterjee A, et al. High-precision radiotherapy achieves excellent long-term control and preserves function in pediatric craniopharyngioma-Subset analysis of a randomized trial. Neuro Oncol. 2025 Sep 17;27(8):2147-57. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/40056158?tool=bestpractice.com
A radiocirurgia estereotáxica (Gamma Knife, ou à base de acelerador linear de partículas [LINAC]) é mais adequada para o tratamento de tumores esféricos pequenos (<2 cm), ou doença residual de baixo volume, que estão anatomicamente separados do nervo e quiasma ópticos.[46]Habrand JL, Ganry O, Couanet D, et al. The role of radiation therapy in the management of craniopharyngioma: a 25-year experience and review of the literature. Int J Radiat Oncol Biol Phys. 1999 May 1;44(2):255-63. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/10760417?tool=bestpractice.com [54]Niranjan A, Kano H, Mathieu D, et al. Radiosurgery for craniopharyngioma. Int J Radiat Oncol Biol Phys. 2010 Sep 1;78(1):64-71. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20005637?tool=bestpractice.com [55]Chung WY, Pan DH, Shiau CY, et al. Gamma knife radiosurgery for craniopharyngiomas. J Neurosurg. 2000 Dec;93(suppl 3):47-56. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/11143262?tool=bestpractice.com [56]Scarzello G, Buzzaccarini MS, Perilongo G, et al. Acute and late morbidity after limited resection and focal radiation therapy in craniopharyngiomas. J Pediatr Endocrinol Metab. 2006 Apr;19 Suppl 1:399-405. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16700317?tool=bestpractice.com [57]Minniti G, Saran F, Traish D, et al. Fractionated stereotactic conformal radiotherapy following conservative surgery in the control of craniopharyngiomas. Radiother Oncol. 2007 Jan;82(1):90-5. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17161483?tool=bestpractice.com
O momento ideal para iniciar a radioterapia em crianças ainda é incerto e, devido aos riscos cognitivos associados à administração desse tratamento em crianças pequenas, adiar o procedimento até que haja evidências de progressão da doença pode ser preferível em casos selecionados.[26]Gan HW, Morillon P, Albanese A, et al. National UK guidelines for the management of paediatric craniopharyngioma. Lancet Diabetes Endocrinol. 2023 Sep;11(9):694-706. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/37549682?tool=bestpractice.com
tratamento pós-inicial
terapia de reposição endócrina continuada
As endocrinopatias requerem terapia de reposição continuada dependendo das deficiências endócrinas específicas.[5]Karavitaki N, Cudlip S, Adams CB, et al. Craniopharyngiomas. Endocr Rev. 2006 Jun;27(4):371-97. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16543382?tool=bestpractice.com [9]Halac I, Zimmerman D. Endocrine manifestations of craniopharyngioma. Childs Nerv Syst. 2005 Aug;21(8-9):640-8. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16047216?tool=bestpractice.com [10]Hopper N, Albanese A, Ghirardello S, et al. The preoperative endocrine assessment of craniopharyngiomas. J Pediatr Endocrinol Metab. 2006 Apr;19(suppl 1):325-7. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16700307?tool=bestpractice.com [12]Garre ML, Cama A. Craniopharyngioma: modern concepts in pathogenesis and treatment. Curr Opin Pediatr. 2007 Aug;19(4):471-9. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17630614?tool=bestpractice.com [58]Müller HL. Consequences of craniopharyngioma surgery in children. J Clin Endocrinol Metab. 2011 Jul;96(7):1981-91. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21508127?tool=bestpractice.com [61]Müller HL, Gebhardt U, Teske C, et al. Post-operative hypothalamic lesions and obesity in childhood craniopharyngioma: results of the multinational prospective trial KRANIOPHARYNGEOM 2000 after three year follow-up. Eur J Endocrinol. 2011 Jul;165(1):17-24. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21490122?tool=bestpractice.com [62]Winkfield KM, Tsai HK, Yao X, et al. Long-term clinical outcomes following treatment of childhood craniopharyngioma. Pediatr Blood Cancer. 2011 Jul 1;56(7):1120-6. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21488157?tool=bestpractice.com
Nenhuma melhora é observada na disfunção endócrina após a cirurgia (com a possível exceção de hiperprolactinemia). De fato, a incidência aumenta após terapia como consequência da cirurgia (risco mais baixo com cirurgia transesfenoidal).
A prevalência aproximada de deficiências específicas inclui hormônio do crescimento (75%), hipogonadismo hipogonadotrófico (75%), deficiência de hormônio adrenocorticotrófico (25%), hipotireoidismo (25%) e deficiência de arginina-vasopressina (>70% em crianças; 50% em adultos).[5]Karavitaki N, Cudlip S, Adams CB, et al. Craniopharyngiomas. Endocr Rev. 2006 Jun;27(4):371-97. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16543382?tool=bestpractice.com [9]Halac I, Zimmerman D. Endocrine manifestations of craniopharyngioma. Childs Nerv Syst. 2005 Aug;21(8-9):640-8. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16047216?tool=bestpractice.com [10]Hopper N, Albanese A, Ghirardello S, et al. The preoperative endocrine assessment of craniopharyngiomas. J Pediatr Endocrinol Metab. 2006 Apr;19(suppl 1):325-7. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16700307?tool=bestpractice.com [58]Müller HL. Consequences of craniopharyngioma surgery in children. J Clin Endocrinol Metab. 2011 Jul;96(7):1981-91. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21508127?tool=bestpractice.com [61]Müller HL, Gebhardt U, Teske C, et al. Post-operative hypothalamic lesions and obesity in childhood craniopharyngioma: results of the multinational prospective trial KRANIOPHARYNGEOM 2000 after three year follow-up. Eur J Endocrinol. 2011 Jul;165(1):17-24. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21490122?tool=bestpractice.com [62]Winkfield KM, Tsai HK, Yao X, et al. Long-term clinical outcomes following treatment of childhood craniopharyngioma. Pediatr Blood Cancer. 2011 Jul 1;56(7):1120-6. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21488157?tool=bestpractice.com Consulte Hipopituitarismo.
repetir cirurgia ± radioterapia
Tratamento recomendado para TODOS os pacientes no grupo de pacientes selecionado
A repetição da cirurgia poderá ser benéfica.[63]Liubinas SV, Munshey AS, Kaye AH. Management of recurrent craniopharyngioma. J Clin Neurosci. 2011 Apr;18(4):451-7. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21316970?tool=bestpractice.com A radioterapia pode ser usada para tratar a recorrência, e dados observacionais sugerem que a radiocirurgia estereotáxica é uma opção eficaz e minimamente invasiva neste contexto.[54]Niranjan A, Kano H, Mathieu D, et al. Radiosurgery for craniopharyngioma. Int J Radiat Oncol Biol Phys. 2010 Sep 1;78(1):64-71. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20005637?tool=bestpractice.com
Tumores císticos recalcitrantes podem requerer drenagem/aspiração cirúrgica e, por vezes, a colocação de um cateter no cisto intratumoral e reservatório subgaleal para permitir a aspiração do cisto repetida.
quimioterapia sistêmica ou intracística
Tratamento adicional recomendado para ALGUNS pacientes no grupo de pacientes selecionado
Os dados da quimioterapia sistêmica no craniofaringioma refratário são limitados, e não há nenhum esquema sistêmico padrão.
Em geral, a quimioterapia sistêmica é reservada para os pacientes nos quais o tumor persiste apesar da cirurgia/radioterapia e que não têm outras opções terapêuticas.[63]Liubinas SV, Munshey AS, Kaye AH. Management of recurrent craniopharyngioma. J Clin Neurosci. 2011 Apr;18(4):451-7. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21316970?tool=bestpractice.com
A quimioterapia intracística pode ser considerada em um contexto de pesquisa para tumores persistentes apesar de outras terapias, mas não é uma opção de tratamento de primeira linha. Diversos medicamentos foram utilizados, incluindo bleomicina, metotrexato e citarabina.[67]Zhang S, Fang Y, Cai BW, et al. Intracystic bleomycin for cystic craniopharyngiomas in children. Cochrane Database Syst Rev. 2016 Jul 14;7:CD008890. https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6457977 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27416004?tool=bestpractice.com
Escolha um grupo de pacientes para ver nossas recomendações
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