História e exame físico

Principais fatores diagnósticos

comuns

perda da visão

Devido à compressão do trato óptico ou do quiasma óptico, ou à infiltração tumoral.[5][7][25]​ As crianças têm maior probabilidade de apresentar perda aguda da visão; em outras faixas etárias, a perda da visão, apesar de comum, pode ser insidiosa no início.

macrocefalia e hidrocefalia

A macrocefalia pode ser observada em lactentes antes da fusão de suturas intracranianas e sugere hidrocefalia secundária à obstrução do fluxo ventricular por uma massa intracraniana.[4][5]

deficit no crescimento

O craniofaringioma é a causa mais comum do deficit de crescimento por causa de um tumor intracraniano.[5][9][21]

Em crianças com craniofaringioma, a deficiência de hormônio do crescimento (que causa deficit de crescimento) normalmente precede o diagnóstico.[27] O deficit do crescimento raramente é motivo para encaminhamento antes do diagnóstico de craniofaringioma.[9][28]

Outros fatores diagnósticos

comuns

sintomas de hipogonadismo hipogonadotrófico (amenorreia, disfunção erétil)

O craniofaringioma pode se manifestar com sintomas comuns de disfunção endócrina em pacientes idosos.[5][9][10][11][21]

Os sintomas de hipogonadismo em mulheres incluem a amenorreia primária ou secundária e, nos homens, a disfunção erétil decorrente de baixos níveis de testosterona por causa da compressão da adeno-hipófise ou prolactina elevada.

cefaleia

Os tumores cerebrais muitas vezes causam cefaleias que são progressivas, geralmente associadas a outros sintomas neurológicos, e podem ser piores pela manhã.[3][4][5]

sintomas de hipertensão intracraniana (náuseas, vômitos, diminuição do sensório, diplopia)

O aumento da pressão intracraniana é observado em grandes craniofaringiomas. Desenvolve-se como consequência da obstrução dos ventrículos por um tumor, resultando em hidrocefalia.[3][4][5]

galactorreia

Resultado da hiperprolactinemia secundária à compressão da adeno-hipófise, do pedúnculo hipofisário ou do hipotálamo.[5][9][10][21]

Incomuns

atrofia óptica

Decorrente da compressão crônica do nervo óptico por tumor ou hipertensão intracraniana crônica[3][4][5]

poliúria/polidipsia

Resultado da deficiência de arginina-vasopressina (anteriormente conhecida como diabetes insípido central) com diminuição da liberação de vasopressina secundária à compressão do pedúnculo hipofisário ou do hipotálamo pelo tumor.[5][9][10][21]

Fatores de risco

Fracos

idade entre 5 e 14 anos

Embora o craniofaringioma possa se manifestar em qualquer idade, uma distribuição etária bimodal é registrada com um pico de ocorrência entre 5 e 14 anos de idade e entre 50 e 70 anos de idade.[13][15][16][17]

idade entre 50 e 70 anos

Embora o craniofaringioma possa se manifestar em qualquer idade, uma distribuição etária bimodal é registrada com um pico de ocorrência entre 5 e 14 anos de idade e entre 50 e 70 anos de idade.[13][15][16][17]

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