História e exame físico
Diretriz confiável
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Prévention de l’InfluenzaPublicada por: Groupe de travail Développement de recommandations de première ligneÚltima publicação: 2018Preventie van influenzaPublicada por: Werkgroep Ontwikkeling Richtlijnen Eerste Lijn (Worel)Última publicação: 2018Principais fatores diagnósticos
comuns
estação do inverno
Nos países temperados, a gripe (influenza) tende a ter um padrão de surto sazonal, com as epidemias geralmente ocorrendo entre o final do outono e o início da primavera. A atividade no hemisfério norte geralmente começa a aumentar em outubro e, às vezes, persiste até maio ou junho. No hemisfério sul, a influenza sazonal ocorre principalmente entre maio e setembro. A sazonalidade da gripe não é tão bem definida nos países tropicais.[82][83]
surto atual de gripe
A suspeita de influenza sazonal deve ser alta se houver um surto documentado na comunidade. Durante a estação da gripe, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA publicam atualizações semanais online que resumem as informações sobre a atividade da gripe. CDC: FluView - weekly influenza surveillance report Opens in new window A Organização Mundial da Saúde (OMS) também rastreia e registra as taxas de incidência da gripe. WHO: influenza update Opens in new window
não vacinado
Deve-se perguntar aos pacientes se eles recebem ou não vacina contra gripe sazonal todos os anos. Adultos saudáveis vacinados com vacina inativada intramuscular apresentam probabilidade reduzida de infecção por influenza A ou B e de doença similar à influenza, embora o efeito absoluto possa ser modesto.[41][63][64] A vacinação em crianças saudáveis (com vacina de vírus vivo atenuado ou de vírus inativado) pode reduzir a influenza e doenças similares à influenza; o efeito varia entre as populações estudadas.[43]
tosse com febre
Estudos em pacientes mais idosos mostraram que a presença de um início agudo com febre e tosse tem um valor preditivo positivo de somente 30% a 53% para a influenza sazonal em pacientes não hospitalizados e hospitalizados, respectivamente.[98][99]
Um estudo em idosos vacinados com doença pulmonar crônica relatou que a tosse não era preditiva da infecção pelo vírus influenza confirmada por laboratório, embora febre ou estado febril e mialgia tenham um valor preditivo positivo de 41%.[100]
A tosse e a febre podem ser sintomas menos proeminentes nas crianças pequenas.[97]
Se houver exacerbação da febre e tosse com expectoração purulenta e dispneia, deve-se suspeitar de pneumonia bacteriana secundária.
A pneumonia bacteriana secundária é uma complicação importante da gripe e contribui para aproximadamente 25% de todas as mortes associadas à gripe.[101]
Outros fatores diagnósticos
comuns
faringite
Sintomas orofaríngeos além da faringite com hiperemia associada não são comuns.
Fatores de risco
Fortes
idade ≥65 anos
Em comparação com os adultos jovens saudáveis, as pessoas ≥65 anos de idade apresentam um risco maior de complicações graves da influenza, e estão mais propensas a terem comorbidades clínicas que possam ser exacerbadas pela infecção por influenza. Estima-se que 90% das mortes relacionadas a influenza sazonal e mais de 60% das hospitalizações relacionadas a influenza sazonal nos EUA ocorram em pessoas ≥65 anos.[15][16] A gripe (influenza) pode ser uma doença muito grave quando as defesas imunológicas se enfraquecem com a idade. Essa faixa etária também acarreta uma maior probabilidade de comorbidades clínicas que podem ser exacerbadas pela infecção por influenza.[17]
6-59 meses de idade
Embora as crianças com doenças clínicas crônicas, como doença pulmonar, renal ou cardíaca, apresentem um risco elevado de complicações da gripe (influenza), as crianças saudáveis estão sob risco simplesmente devido à idade. As crianças <5 anos (particularmente aquelas nascidas prematuras ou próximas do termo) têm maior probabilidade de serem hospitalizadas que as crianças mais velhas; aquelas <2 anos correm maior risco de complicações atribuíveis à influenza.[18]
doenças cardiovasculares ou respiratórias crônicas
Em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) moderada ou grave, a presença de qualquer vírus nas secreções das vias aéreas superiores está fortemente associada ao desenvolvimento de exacerbações da DPOC. Esses dados sustentam a função causadora dos vírus desencadeando exacerbações na DPOC na comunidade.[19][20]
Nas populações de idosos, a vacinação contra influenza sazonal está associada a reduções no risco de hospitalização devida a cardiopatia, doença cerebrovascular e pneumonia ou influenza, assim como no risco de morte por todas as causas durante as temporadas anuais de influenza. Esses achados ressaltam os benefícios da vacinação e sustentam as iniciativas para aumentar as taxas de vacinação entre os idosos.[20][21][22]
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diabetes
As pessoas diabéticas apresentam um risco maior de complicações devido à doença subjacente.[23] O diabetes confere um aumento de 5% a 12% na mortalidade por infecção por influenza sazonal, e acredita-se que isso seja devido ao aumento do risco de distúrbios metabólicos, cetoacidose, resposta imune prejudicada e taxas maiores de portadores de estafilococos e estreptococos.[24]
hemoglobinopatia
Hemoglobinopatias, como doença falciforme, envolvem anormalidades não apenas em eritrócitos, mas também no endotélio vascular, na função de leucócitos, coagulação e na resposta inflamatória. A vacinação de rotina contra gripe é recomendada para a prevenção da infecção.[25]
estado imunocomprometido
A infecção é a principal causa de morbidade e mortalidade em pacientes imunocomprometidos, como receptores de transplante hematopoiético/órgãos sólidos e indivíduos com vírus da imunodeficiência humana (HIV).[26][27][28] Os indivíduos imunocomprometidos têm um risco maior de complicações da infecção por influenza e devem ser vacinados com uma vacina de vírus inativado licenciada, recomendada e adequada para a idade. A vacina de vírus inativado deve ser usada com cautela nos pacientes gravemente imunocomprometidos (por exemplo, pacientes em recebimento de quimioterapia, radioterapia ou outra terapia imunossupressora, incluindo corticosteroides em altas doses), já que pode haver uma resposta menor à vacinação. No entanto, uma vacina adjuvante mostrou-se segura e imunogênica na população submetida a transplantes.[29] A vacina intranasal de vírus vivo atenuado é contraindicada em pacientes imunossuprimidos ou imunocomprometidos. Existe também uma preferência pela vacina inativada do vírus influenza em vez da vacina com vírus vivo para membros domiciliares, profissionais da saúde e outros que tiverem contato próximo com pessoas gravemente imunossuprimidas que necessitarem de cuidados em um ambiente protegido.[30]
doença renal crônica (DRC)
Pacientes com doença renal crônica (DRC) apresentam aumento do risco de complicações da gripe.[17] A vacina contra gripe é atualmente recomendada para pacientes com DRC pelo Advisory Committee on Immunization Practices dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (observe que a DRC é uma precaução para o uso da vacina contra gripe com vírus vivo atenuado).[31] Em estudos observacionais, a vacina contra influenza está associada a reduções nos riscos de hospitalizações, mortes e consultas médicas relacionadas à influenza.[32]
gestação
Alterações imunes, respiratórias e cardiovasculares tornam as gestantes mais propensas a apresentar doença grave por influenza.[33] As gestantes com influenza apresentam risco elevado de morbidade materna e complicações obstétricas, como parto prematuro.[34][35][36] As gestantes podem receber uma vacina trivalente de vírus inativado contra influenza (IIV3) ou uma vacina trivalente recombinante contra influenza (RIV3). A vacina de vírus vivo atenuado contra influenza não deve ser usada durante a gravidez, mas pode ser usada no pós-parto.[31][34] Consulte Prevenção primária.
cuidadores e contactantes domiciliares de grupos de alto risco
O objetivo é evitar a transmissão do vírus a uma população de alto risco.
Existe uma preferência pela vacina inativada do vírus influenza em vez da vacina com vírus vivo para membros domiciliares, profissionais da saúde e outros que têm contato próximo com pessoas gravemente imunossuprimidas que requerem cuidados em um ambiente protegido.
profissionais da saúde
Os profissionais da saúde têm uma função importante na proteção da saúde pública. O Advisory Committee on Immunization Practices dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA recomenda que todos os profissionais de saúde recebam uma vacina contra gripe (influenza) anual para limitar a disseminação da infecção.[31] Existe uma preferência pela vacina de vírus inativado contra influenza em vez da vacina com vírus vivo para membros do mesmo domicílio, profissionais da saúde e outros que têm contato próximo com pessoas gravemente imunossuprimidas que requerem cuidados em um ambiente protegido.
Com o profissional da saúde vacinado, há proteção para sua família em casa, assim como para pacientes no trabalho, contra uma possível transmissão da gripe. Os surtos de gripe em hospitais e unidades de cuidados de longa permanência foram atribuídos a baixas taxas de vacinação entre profissionais da saúde.[37]
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