Nos países temperados, a influenza sazonal ocorre em surtos que geralmente começam no outono e continuam durante os meses de inverno e primavera. A atividade no hemisfério norte geralmente começa a aumentar em outubro e, às vezes, persiste até maio ou junho. No hemisfério sul, a influenza sazonal ocorre principalmente entre maio e setembro.
A sazonalidade da gripe não é tão bem definida nos países tropicais.[82]Tamerius J, Nelson MI, Zhou SZ, et al. Global influenza seasonality: reconciling patterns across temperate and tropical regions. Environ Health Perspect. 2011 Apr;119(4):439-45.
https://ehp.niehs.nih.gov/doi/10.1289/ehp.1002383
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21097384?tool=bestpractice.com
[83]Caini S, Andrade W, Badur S, et al. Temporal patterns of influenza A and B in tropical and temperate countries: what are the lessons for influenza vaccination? PLoS One. 2016 Mar 31;11(3):e0152310.
https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC8865556
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27031105?tool=bestpractice.com
O conhecimento da atividade da doença na comunidade local é importante na avaliação da probabilidade de um paciente estar com gripe (influenza). Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA publicam um relatório semanal de vigilância sobre a influenza nos EUA.
CDC: FluView - weekly influenza surveillance report
Opens in new window A Organização Mundial da Saúde também rastreia e registra as taxas de incidência da gripe.
WHO: influenza update
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Os pacientes com risco elevado de desenvolver complicações, incluindo os com obesidade, história de doença pulmonar, cardíaca ou renal crônica, lactentes e crianças pequenas e idosos, requerem atenção especial.[17]Centers for Disease Control and Prevention. Influenza (flu). Feb 2024 [internet publication].
https://www.cdc.gov/flu/index.htm
[84]Maier HE, Kuan G, Gresh L, et al. Obesity Is Associated With Increased Susceptibility to Influenza A (H1N1pdm) but Not H3N2 Infection. Clin Infect Dis. 2021 Dec 6;73(11):e4345-e4352.
https://www.doi.org/10.1093/cid/ciaa928
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/32642771?tool=bestpractice.com
[85]Zhou Y, Cowling BJ, Wu P, et al. Adiposity and influenza-associated respiratory mortality: a cohort study. Clin Infect Dis. 2015 May 15;60(10):e49-57.
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25645211?tool=bestpractice.com
O teste para gripe deve ser feito se influenciar a decisão de iniciar a terapia antiviral para solicitar testes diagnósticos adicionais, para instituir medidas de controle da infecção e para a vigilância na comunidade da circulação do vírus influenza.[86]Centers for Disease Control and Prevention. Laboratory Iinformation for collection of respiratory specimens for influenza virus testing. Dec 2023 [internet publication].
https://www.cdc.gov/flu/hcp/info-collection/index.html
Nos EUA, o CDC forneceu orientações sobre a testagem e o tratamento para influenza quando há circulação concomitante dos vírus da influenza e SARS-CoV-2.[86]Centers for Disease Control and Prevention. Laboratory Iinformation for collection of respiratory specimens for influenza virus testing. Dec 2023 [internet publication].
https://www.cdc.gov/flu/hcp/info-collection/index.html
As recomendações sobre testes podem variar de acordo com a localidade, e você deve consultar as orientações locais.
O diagnóstico geralmente é feito clinicamente durante um surto na comunidade, embora existam testes disponíveis. Exames diagnósticos podem ser importantes para se estabelecer o diagnóstico rapidamente, como nos pacientes hospitalizados com início agudo de uma doença pulmonar grave.
História e exame físico
A influenza sazonal se apresenta mais comumente como uma doença respiratória aguda que ocorre entre os meses de outono e primavera (nos países tropicais, os padrões sazonais da influenza não são tão bem definidos).[82]Tamerius J, Nelson MI, Zhou SZ, et al. Global influenza seasonality: reconciling patterns across temperate and tropical regions. Environ Health Perspect. 2011 Apr;119(4):439-45.
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[83]Caini S, Andrade W, Badur S, et al. Temporal patterns of influenza A and B in tropical and temperate countries: what are the lessons for influenza vaccination? PLoS One. 2016 Mar 31;11(3):e0152310.
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http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27031105?tool=bestpractice.com
Após um período de incubação de aproximadamente 2 dias, há um início abrupto de febre alta, calafrios, cefaleia e mialgia. Esses sintomas sistêmicos podem estar associados a sintomas do trato respiratório superior e inferior semelhantes aos do resfriado comum, como a tosse e a faringite.[87]Call SA, Vollenweider MA, Hornung CA, et al. Does this patient have influenza? JAMA. 2005 Feb 23;293(8):987-97.
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/15728170?tool=bestpractice.com
A eliminação de partículas virais na gripe atinge a intensidade máxima em até 48 horas após o início da doença, e a maioria dos casos não complicados remitem em 1 semana.[88]Hayden FG, Fritz R, Lobo MC, et al. Local and systemic cytokine responses during experimental human influenza A virus infection. Relation to symptom formation and host defense. J Clin Invest. 1998 Feb 1;101(3):643-9.
https://www.jci.org/articles/view/1355/pdf
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/9449698?tool=bestpractice.com
A gripe não apresenta comumente sintomas gastrointestinais primários, como náusea e vômitos, exceto em populações pediátricas. A diarreia é rara na gripe, e pode sugerir gastroenterite viral. Apesar de não serem causados pela influenza, essas doenças costumam ser chamadas de gripe gástrica.
Durante um surto de gripe conhecido, qualquer pessoa com febre e sintomas respiratórios agudos deve ser considerada como possivelmente tendo gripe. No entanto, se a pessoa tiver sido exposta ao influenza ou a uma situação em que ele possa se disseminar com rapidez (por exemplo, viagem internacional, cruzeiros), o diagnóstico de gripe deve ser considerado em qualquer época do ano.
Embora não existam características patognomônicas claras da gripe, ela afeta o trato respiratório superior e inferior em associação aos sintomas sistêmicos. Febre, cefaleia, mialgia e fadiga estão frequentemente associadas aos sintomas do trato respiratório superior, como faringite, e aos sintomas do trato respiratório inferior de tosse. Nem todos os pacientes com gripe exibem esses sintomas, e os que exibem nem sempre têm gripe. Manifestações da infecção por influenza também dependem da idade do paciente e da história pregressa de imunização.[87]Call SA, Vollenweider MA, Hornung CA, et al. Does this patient have influenza? JAMA. 2005 Feb 23;293(8):987-97.
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/15728170?tool=bestpractice.com
[89]Monto AS, Gravenstein S, Elliott M, et al. Clinical signs and symptoms predicting influenza infection. Arch Intern Med. 2000 Nov 27;160(21):3243-7.
https://jamanetwork.com/journals/jamainternalmedicine/fullarticle/485554
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/11088084?tool=bestpractice.com
Com casos esporádicos de gripe, pode ser difícil diferenciar clinicamente a infecção por influenza das infecções causadas por outros vírus respiratórios. Nesse cenário, a infecção pelo vírus influenza pode ser responsável apenas por um pequeno número de casos.
Os achados clínicos são úteis, mas não confirmam ou descartam o diagnóstico de gripe.[87]Call SA, Vollenweider MA, Hornung CA, et al. Does this patient have influenza? JAMA. 2005 Feb 23;293(8):987-97.
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/15728170?tool=bestpractice.com
O exame físico pode mostrar achados inespecíficos, já que há geralmente poucos achados clínicos em casos de gripe não complicada. O paciente pode parecer quente e enrubescido, e a orofaringe pode demonstrar hiperemia com queixas de faringite grave. Linfadenopatia cervical leve pode estar presente e é mais frequente em pacientes mais jovens.
Exames laboratoriais
Geralmente, não são necessários testes diagnósticos para se confirmar o diagnóstico clínico de suspeita de gripe (influenza), principalmente quando houver uma crescente atividade do influenza na comunidade local. Nos EUA, a testagem é recomendada para todos os pacientes hospitalizados com sinais e sintomas que sugiram gripe (influenza), e para os pacientes ambulatoriais caso os resultados do teste possam influenciar o tratamento clínico, por exemplo com o uso de tratamento antiviral ou antibiótico, a necessidade de testes diagnósticos adicionais, a consideração de assistência domiciliar, ou considerações para os pacientes com alto risco de complicações da gripe.[2]Uyeki TM, Bernstein HH, Bradley JS, et al. Clinical practice guidelines by the Infectious Diseases Society of America: 2018 update on diagnosis, treatment, chemoprophylaxis, and institutional outbreak management of seasonal influenza. Clin Infect Dis. 2019 Mar 5;68(6):e1-47.
https://academic.oup.com/cid/article/68/6/e1/5251935
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/30566567?tool=bestpractice.com
[86]Centers for Disease Control and Prevention. Laboratory Iinformation for collection of respiratory specimens for influenza virus testing. Dec 2023 [internet publication].
https://www.cdc.gov/flu/hcp/info-collection/index.html
Os testes diagnósticos disponíveis para gripe (influenza) incluem ensaios moleculares (ensaios moleculares rápidos; reação em cadeia da polimerase via transcriptase reversa [RT-PCR], outros testes de amplificação de ácidos nucleicos [NAATs]), testes de detecção de antígenos (teste diagnóstico rápido para influenza, ensaio de imunofluorescência), cultura viral e sorologia.[2]Uyeki TM, Bernstein HH, Bradley JS, et al. Clinical practice guidelines by the Infectious Diseases Society of America: 2018 update on diagnosis, treatment, chemoprophylaxis, and institutional outbreak management of seasonal influenza. Clin Infect Dis. 2019 Mar 5;68(6):e1-47.
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[86]Centers for Disease Control and Prevention. Laboratory Iinformation for collection of respiratory specimens for influenza virus testing. Dec 2023 [internet publication].
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[90]Vesikari T, Beran J, Durviaux S, et al. Use of real-time polymerase chain reaction (rtPCR) as a diagnostic tool for influenza infection in a vaccine efficacy trial. J Clin Virol. 2012 Jan;53(1):22-8.
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[91]Egilmezer E, Walker GJ, Bakthavathsalam P, et al. Systematic review of the impact of point-of-care testing for influenza on the outcomes of patients with acute respiratory tract infection. Rev Med Virol. 2018 Sep;28(5):e1995.
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[92]Huang HS, Tsai CL, Chang J, et al. Multiplex PCR system for the rapid diagnosis of respiratory virus infection: systematic review and meta-analysis. Clin Microbiol Infect. 2017 Oct;24(10):1055-63.
https://www.clinicalmicrobiologyandinfection.com/article/S1198-743X(17)30649-3/fulltext
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/29208560?tool=bestpractice.com
Amostras nasofaríngeas são recomendadas para uma amostra respiratória para isolamento viral.[2]Uyeki TM, Bernstein HH, Bradley JS, et al. Clinical practice guidelines by the Infectious Diseases Society of America: 2018 update on diagnosis, treatment, chemoprophylaxis, and institutional outbreak management of seasonal influenza. Clin Infect Dis. 2019 Mar 5;68(6):e1-47.
https://academic.oup.com/cid/article/68/6/e1/5251935
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/30566567?tool=bestpractice.com
Elas são mais efetivas que as amostras de swab da garganta. A Infectious Diseases Society of America recomenda o uso de ensaios moleculares rápidos para a detecção do vírus influenza em amostras respiratórias de pacientes ambulatoriais e RT-PCR ou outro ensaio molecular para a detecção em amostras respiratórias de pacientes hospitalizados.[2]Uyeki TM, Bernstein HH, Bradley JS, et al. Clinical practice guidelines by the Infectious Diseases Society of America: 2018 update on diagnosis, treatment, chemoprophylaxis, and institutional outbreak management of seasonal influenza. Clin Infect Dis. 2019 Mar 5;68(6):e1-47.
https://academic.oup.com/cid/article/68/6/e1/5251935
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/30566567?tool=bestpractice.com
Os NAATs são o método preferencial para detecção do vírus da gripe (influenza) em amostras clínicas devido à sua sensibilidade diagnóstica superior em comparação aos testes rápidos de antígeno.[93]Miller JM, Binnicker MJ, Campbell S, et al. Guide to utilization of the microbiology laboratory for diagnosis of infectious diseases: 2024 update by the Infectious Diseases Society of America and the American Society for Microbiology. Clin Infect Dis. 2024 Mar 5:ciae104.
https://academic.oup.com/cid/advance-article/doi/10.1093/cid/ciae104/7619499?login=false
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/38442248?tool=bestpractice.com
A cultura viral continua sendo o teste definitivo, mas ela não é usada para o tratamento clínico inicial, pois os resultados podem demorar de 3-10 dias. Em vez disso, ela é usada para confirmar os testes de rastreamento e para a vigilância em saúde pública. Os isolados de cultura podem fornecer informações específicas em relação às cepas circulantes e aos subtipos de vírus influenza. Os isolados de vírus também podem fornecer informações sobre o surgimento de resistência antiviral e o desenvolvimento de novos subtipos de influenza A que possam possivelmente causar uma pandemia. Alguns ensaios moleculares podem identificar os tipos de vírus influenza e subtipos específicos do vírus influenza A.[2]Uyeki TM, Bernstein HH, Bradley JS, et al. Clinical practice guidelines by the Infectious Diseases Society of America: 2018 update on diagnosis, treatment, chemoprophylaxis, and institutional outbreak management of seasonal influenza. Clin Infect Dis. 2019 Mar 5;68(6):e1-47.
https://academic.oup.com/cid/article/68/6/e1/5251935
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/30566567?tool=bestpractice.com
Os ensaios moleculares rápidos têm sensibilidade de 66% a 99% e especificidade de 55% a 99%, dependendo do tipo de vírus.[2]Uyeki TM, Bernstein HH, Bradley JS, et al. Clinical practice guidelines by the Infectious Diseases Society of America: 2018 update on diagnosis, treatment, chemoprophylaxis, and institutional outbreak management of seasonal influenza. Clin Infect Dis. 2019 Mar 5;68(6):e1-47.
https://academic.oup.com/cid/article/68/6/e1/5251935
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/30566567?tool=bestpractice.com
Os exames diagnósticos rápidos para influenza (detecção de antígeno) têm baixa sensibilidade (50% a 75%), embora a especificidade seja alta (90% a 99%).[2]Uyeki TM, Bernstein HH, Bradley JS, et al. Clinical practice guidelines by the Infectious Diseases Society of America: 2018 update on diagnosis, treatment, chemoprophylaxis, and institutional outbreak management of seasonal influenza. Clin Infect Dis. 2019 Mar 5;68(6):e1-47.
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[93]Miller JM, Binnicker MJ, Campbell S, et al. Guide to utilization of the microbiology laboratory for diagnosis of infectious diseases: 2024 update by the Infectious Diseases Society of America and the American Society for Microbiology. Clin Infect Dis. 2024 Mar 5:ciae104.
https://academic.oup.com/cid/advance-article/doi/10.1093/cid/ciae104/7619499?login=false
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/38442248?tool=bestpractice.com
A testagem sorológica não é recomendada para o diagnóstico de gripe (influenza) ou para informar a decisão clínica, pois os resultados de uma única amostra de soro não podem ser interpretados com confiança, sendo necessária a coleta de soros pareados com um intervalo de 2-3 semanas.[2]Uyeki TM, Bernstein HH, Bradley JS, et al. Clinical practice guidelines by the Infectious Diseases Society of America: 2018 update on diagnosis, treatment, chemoprophylaxis, and institutional outbreak management of seasonal influenza. Clin Infect Dis. 2019 Mar 5;68(6):e1-47.
https://academic.oup.com/cid/article/68/6/e1/5251935
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/30566567?tool=bestpractice.com
[94]Centers for Disease Control and Prevention. Laboratory information for collection of respiratory specimens for influenza virus testing. Dec 2023 [internet publication].
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Pneumonia
Se um paciente tiver uma afecção clínica crônica subjacente ou se enquadrar em uma categoria de alto risco, deve-se considerar uma pneumonia viral ou bacteriana. Esses pacientes vão apresentar sintomas persistentes além do período de ocorrência comum para a resolução da influenza sazonal não complicada. Pode haver febre, tosse e dispneia. Se houver exacerbação da febre e tosse com expectoração purulenta, uma pneumonia bacteriana segundária é mais provável. A radiografia torácica confirma infiltrados.
Diagnóstico em crianças
Sinais e sintomas de comprometimento do trato respiratório superior e/ou inferior são comuns, mas a influenza sazonal pode estar presente de forma mais variável nas crianças, dependendo da idade e da exposição prévia.
Os sintomas típicos de infecção pelo vírus da influenza sazonal ainda estão geralmente presentes e incluem um início abrupto de febre, cefaleia, mialgia e mal-estar associados a manifestações de doença do trato respiratório, como tosse, faringite e rinite.
No entanto, as crianças pequenas frequentemente têm dificuldades para verbalizar sintomas como mialgia e cefaleia. A tosse e a febre podem ser sintomas menos proeminentes nas crianças pequenas, ou elas podem apresentar febre mais alta que os pacientes adultos, podem apresentar convulsões febris e ter mais queixas de problemas gastrointestinais (por exemplo, náuseas e vômitos, inapetência).[95]Glezen WP, Taber LH, Frank AL, et al. Influenza virus infections in infants. Pediatr Infect Dis J. 1997 Nov;16(11):1065-8.
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/9384341?tool=bestpractice.com
[96]Peltola V, Ziegler T, Ruuskanen O. Influenza A and B virus infections in children. Clin Infect Dis. 2003 Feb 1;36(3):299-305.
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12539071?tool=bestpractice.com
[97]Ohmit SE, Monto AS. Symptomatic predictors of influenza virus positivity in children during the influenza season. Clin Infect Dis. 2006 Sep 1;43(5):564-8.
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http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16886147?tool=bestpractice.com
Os sintomas respiratórios podem ser menos evidentes em crianças no início da doença que em adolescentes e adultos.[95]Glezen WP, Taber LH, Frank AL, et al. Influenza virus infections in infants. Pediatr Infect Dis J. 1997 Nov;16(11):1065-8.
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