Novos tratamentos

Inibidores da fosfodiesterase-5 para profilaxia do EPGA

Os inibidores de fosfodiesterase-5 administrados por via oral (por exemplo, sildenafila, tadalafila) têm demonstrado melhorar a oxigenação e a capacidade de exercício em pessoas bem adaptadas expostas à hipóxia.[95] Acredita-se que isso acontece devido a um aumento na disponibilidade de óxido nítrico, um poderoso gás instável presente nos pulmões que é capaz de reduzir a pressão arterial pulmonar e melhorar a troca gasosa.[95][96]​​ A sildenafila tem sido usada com segurança no tratamento do EPGA; porém, ainda não foram realizados ensaios clínicos sobre sua utilização.[57] O nifedipino continua a ser o agente preferencial para a profilaxia do EPGA. No entanto, a sildenafila e a tadalafila são recomendadas como opções alternativas nas diretrizes clínicas recentes.[1][26]

Dexametasona para a profilaxia do EPGA

Acredita-se que a dexametasona atue de maneira similar aos inibidores da fosfodiesterase-5, estimulando a reabsorção do líquido alveolar e reduzindo a vasoconstrição pulmonar hipóxica. Um ciclo de dexametasona resultou em 0 dos 10 alpinistas suscetíveis a EPGA desenvolvendo a doença ao chegarem a 4559 m, em comparação com 7 dos 9 que receberam placebo.[97] Até surgirem novas evidências e experiências com dexametasona, o nifedipino continuará sendo o agente preferencial para a profilaxia do EPGA. 

Ginkgo biloba para profilaxia da doença da altitude aguda (DAA)

Em alguns estudos, mostrou-se que o ginkgo biloba reduz a incidência e a gravidade da DAA, mas outros estudos não demonstraram nenhum efeito.[44][98]​​​ A discrepância pode se dever à diferença na origem e na composição do ginkgo biloba usado. A acetazolamida e a dexametasona têm sido consideravelmente mais efetivas.[7][26]​​

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