Critérios
Diretriz confiável
ebpracticenet recomenda que você priorize as seguintes diretrizes locais:
Opvolging en revalidatie van patiënten met aanhoudende klachten na COVID-19 in de eerste lijnPublicada por: KU Leuven | Werkgroep Ontwikkeling Richtlijnen Eerste Lijn (Worel)Última publicação: 2023Suivi et revalidation des patients présentant des symptômes persistants après la COVID-19 en première lignePublicada por: KU Leuven | Groupe de Travail Développement de recommmandations de première ligneÚltima publicação: 2023Organização Mundial da Saúde (OMS): Classificação da gravidade da COVID-19[444]
Doença leve
Pacientes sintomáticos que atendem à definição de caso para COVID-19 sem evidência de hipóxia ou pneumonia.
Doença moderada
Adolescente ou adulto: sinais clínicos de pneumonia (isto é, febre, tosse, dispneia, respiração acelerada), mas nenhum sinal de pneumonia grave, incluindo níveis de saturação de oxigênio no sangue (SpO₂) ≥90% em ar ambiente.
Crianças: tosse ou dificuldade para respirar, além de respiração rápida e/ou retração torácica e nenhum sinal de pneumonia grave. Uma respiração acelerada é definida como:
<2 meses de idade: ≥60 respirações/minuto
2 a 11 meses de idade: ≥50 respirações/minuto
1-5 anos de idade: ≥40 respirações/minuto
Embora o diagnóstico possa ser feito por motivos clínicos, o exame de imagem torácico pode auxiliar no diagnóstico e identificar ou descartar complicações pulmonares.
Doença grave
Adolescente ou adulto: sinais clínicos de pneumonia (ou seja, febre, tosse, dispneia) mais um dos seguintes:
Frequência respiratória >30 respirações/minuto
Dificuldade respiratória grave
SpO₂ <90% em ar ambiente
Crianças: sinais clínicos de pneumonia (ou seja, tosse ou dificuldade em respirar, além de respiração rápida ou retração da parede torácica) e pelo menos um dos seguintes:
SpO₂ <90%
Retração torácica muito intensa, gemidos, cianose central ou presença de qualquer outro sinal geral de perigo (ou seja, incapacidade de mamar ou beber, letargia ou inconsciência ou convulsões)
Embora o diagnóstico possa ser feito por motivos clínicos, o exame de imagem torácico pode auxiliar no diagnóstico e identificar ou descartar complicações pulmonares.
Doença crítica
Presença de síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA), sepse, choque séptico, trombose aguda ou síndrome inflamatória multissistêmica em crianças.
Organização Mundial da Saúde (OMS): risco de hospitalização para pacientes com doença não grave[406]
Várias recomendações para pessoas com doença não grave, especificamente relacionadas ao uso de medicamentos antivirais (isto é, nirmatrelvir/ritonavir, molnupiravir, remdesivir), são estratificadas pela probabilidade de internação hospitalar. Os critérios para se decidir se um paciente apresenta risco de hospitalização alto, moderado ou baixo são detalhados a seguir.
Alto risco (6%) de hospitalização
Síndromes de imunodeficiência diagnosticadas.
História de transplante de órgãos sólidos e uso de imunossupressores.
Doença autoimune e uso de imunossupressores.
Risco moderado (3%) de hospitalização
Idade ≥65 anos.
Obesidade.
Diabetes e/ou doença cardiopulmonar crônica.
Doença hepática ou renal crônica.
Câncer ativo.
Deficiências.
Comorbidades de doenças crônicas.
Baixo risco (0.5%) de hospitalização
Não apresenta risco moderado ou alto de hospitalização (a maioria dos pacientes é de baixo risco).
Infectious Diseases Society of America (IDSA): definições de gravidade da doença[401]
Doença leve a moderada
Pacientes com uma SpO2 >94% que não precisam de oxigênio suplementar.
Doença grave
Pacientes com SpO2 ≤94% em ar ambiente, inclusive pacientes com oxigênio suplementar.
Doença crítica
Pacientes em ventilação mecânica e oxigenação por membrana extracorpórea (ECMO).
Inclui disfunção de órgãos-alvo, como observada na sepse/choque séptico. A forma de disfunção de órgãos-alvo mais comumente relatada é a síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA).
Definições de caso
Várias definições de caso estão disponíveis:
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